Debaixo da Lona
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Vídeo - Educação Circense
http://www.youtube.com/watch?v=_VyLSfD-FUk
Gostaríamos de agradecer imensamente ao circo social Crescer e Viver pela recepção, ajuda, imagens, entrevistas, enfim todo o apoio que nos foi dado. Muito obrigada.!!
Agradecemos também ao professor Marcelo Abreu pela oportunidade de conhecimento dessa área incrível e tão rica.
Gostaríamos de agradecer imensamente ao circo social Crescer e Viver pela recepção, ajuda, imagens, entrevistas, enfim todo o apoio que nos foi dado. Muito obrigada.!!
Agradecemos também ao professor Marcelo Abreu pela oportunidade de conhecimento dessa área incrível e tão rica.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Xuxa - O Circo
A gente gosta de brincar de circo
Dar cambalhotas, fazer palhaçada
A gente adora imitar os bichos
Como é bom brincar
A gente faz a mágica mais linda
Transforma a vida numa grande festa
A gente canta, dança, bate palma
E não quer parar
Vem a foca com a bola no nariz
O elefante bancando o chafariz
Vem a macacada toda de uma vez
Tira, bota, a gente pede bis
O palhaço me deixa tão feliz
Quando brinco bate forte o meu coração
A gente gosta de brincar de circo
Dar cambalhotas, fazer palhaçada
A gente adora imitar os bichos
Como é bom brincar
A gente faz a mágica mais linda
Transforma a vida numa grande festa
A gente canta, dança, bate palma
E não quer parar
Vem a foca com a bola no nariz
O elefante bancando o chafariz
Vem a macacada toda de uma vez
Tira, bota, a gente pede bis
O palhaço me deixa tão feliz
Quando brinco bate forte o meu coração
Respeitável público, sua majestade, o meu baixinho
O Xou da Xuxa orgulhosamente apresenta...
Vem a foca com a bola no nariz
O elefante bancando o chafariz
Vem a macacada toda de uma vez
Tira, bota, a gente pede bis
O palhaço me deixa tão feliz
Quando brinco bate forte o meu coração
Vem a foca com a bola no nariz
O elefante bancando o chafariz
Vem a macacada toda de uma vez
Tira, bota, a gente pede bis
O palhaço me deixa tão feliz
Quando brinco bate forte o meu coração
Dar cambalhotas, fazer palhaçada
A gente adora imitar os bichos
Como é bom brincar
A gente faz a mágica mais linda
Transforma a vida numa grande festa
A gente canta, dança, bate palma
E não quer parar
Vem a foca com a bola no nariz
O elefante bancando o chafariz
Vem a macacada toda de uma vez
Tira, bota, a gente pede bis
O palhaço me deixa tão feliz
Quando brinco bate forte o meu coração
A gente gosta de brincar de circo
Dar cambalhotas, fazer palhaçada
A gente adora imitar os bichos
Como é bom brincar
A gente faz a mágica mais linda
Transforma a vida numa grande festa
A gente canta, dança, bate palma
E não quer parar
Vem a foca com a bola no nariz
O elefante bancando o chafariz
Vem a macacada toda de uma vez
Tira, bota, a gente pede bis
O palhaço me deixa tão feliz
Quando brinco bate forte o meu coração
Respeitável público, sua majestade, o meu baixinho
O Xou da Xuxa orgulhosamente apresenta...
Vem a foca com a bola no nariz
O elefante bancando o chafariz
Vem a macacada toda de uma vez
Tira, bota, a gente pede bis
O palhaço me deixa tão feliz
Quando brinco bate forte o meu coração
Vem a foca com a bola no nariz
O elefante bancando o chafariz
Vem a macacada toda de uma vez
Tira, bota, a gente pede bis
O palhaço me deixa tão feliz
Quando brinco bate forte o meu coração
Qual a origem do palhaço?
A profissão de palhaço é uma das mais antigas da humanidade. Historiadores afirmam que nas cortes dos imperadores chineses já haviam sinais de palhaços, assim como em muitas tribos indígenas da América do Norte.
O palhaço clássico, que pinta o rosto de branco e exagera suas expressões, apareceu no teatro Grego há mais de 2.000 anos. Naquela época ainda não existia eletricidade, então os atores pintavam seus rostos de branco para que o público conseguisse enxergá-los melhor. Na Idade Média muitos artistas passaram a vagar pelas cidades apresentando números cômicos em feiras livres, e os melhores conseguiam empregos como os famosos bobos da corte, cuja função era animar o rei. A trupe de palhaços surgiu pelo século XVI nos territórios que viriam a formar a Itália. Conhecido como “Commedia Dell’arte”, ou Comédia de Arte, o movimento foi responsável pelo surgimento dos palhaços clássicos, dos quais destacam-se Arlequim, Pantaleão e Polichinelo. A partir daí a fórmula utilizada nesses espetáculos espalhou-se pela Europa e ganhou o mundo. Os circos no formato que conhecemos hoje, com malabaristas, trapezistas, mágicos e palhaços, surgiram no século XVIII. Mas os palhaços conseguiram se popularizar e alcançar outras mídias, como aconteceu com o Bozo, na televisão.
Entre os palhaços brasileiros famosos vale citar o Arrelia, Picolino, Carequinha, Tic Tac, Atchim e Espirro. No Brasil, no dia 10 de dezembro é comemorado o Dia do Palhaço.
O palhaço clássico, que pinta o rosto de branco e exagera suas expressões, apareceu no teatro Grego há mais de 2.000 anos. Naquela época ainda não existia eletricidade, então os atores pintavam seus rostos de branco para que o público conseguisse enxergá-los melhor. Na Idade Média muitos artistas passaram a vagar pelas cidades apresentando números cômicos em feiras livres, e os melhores conseguiam empregos como os famosos bobos da corte, cuja função era animar o rei. A trupe de palhaços surgiu pelo século XVI nos territórios que viriam a formar a Itália. Conhecido como “Commedia Dell’arte”, ou Comédia de Arte, o movimento foi responsável pelo surgimento dos palhaços clássicos, dos quais destacam-se Arlequim, Pantaleão e Polichinelo. A partir daí a fórmula utilizada nesses espetáculos espalhou-se pela Europa e ganhou o mundo. Os circos no formato que conhecemos hoje, com malabaristas, trapezistas, mágicos e palhaços, surgiram no século XVIII. Mas os palhaços conseguiram se popularizar e alcançar outras mídias, como aconteceu com o Bozo, na televisão.
Entre os palhaços brasileiros famosos vale citar o Arrelia, Picolino, Carequinha, Tic Tac, Atchim e Espirro. No Brasil, no dia 10 de dezembro é comemorado o Dia do Palhaço.
Circo da Alegria recebe prêmio Itaú/UNICEF
O projeto Circo da Alegria foi vencedor na categoria micro-porte do prêmio Itaú/UNICEF, que visa reconhecer e estimular o trabalho de organizações sem fins lucrativos que contribuam, em articulação com as políticas públicas de educação e de assistência social, para a educação integral de crianças, adolescentes e jovens.
O Circo
A história do circo no Brasil começa no século XIX, com famílias e companhias vindas da Europa, onde agruparam-se em guetos e manifestavam sentimentos diversos através de interpretações teatrais onde não demonstravam apenas interesses individuais e sim despertavam consciência mútua.
No Brasil, mesmo antes do circo de Astley, já havia os ciganos que vieram da Europa, onde eram perseguidos. Sempre houve ligação dos ciganos com o circo. Entre suas especialidades incluíam-se a domadores de ursos, o ilusionismo e as exibições com cavalos.Eles viajavam de cidade em cidade, e adaptavam seus espetáculos ao gosto da população local. Números que não faziam sucesso na cidade eram tirados do programa.
O novo circo é um movimento recente que adiciona às técnicas de circo tradicionais a influência de outras linguagens artísticas como a dança e o teatro,levando em conta que a música sempre fez parte da tradição circense. No Brasil existem atualmente vários grupos pesquisando e utilizando esta nova linguagem.
Uso de animais em circos
Há uma grande controvérsia sobre o uso de animais em circos, há duas correntes de pensamento, com prós e contras o uso de animais em shows.
Segundo a corrente de pessoas que são contra o uso de animais em circo, seu uso tem sido gradativamente abandonado, uma vez que tais animais por vezes sofriam maus-tratos (tais como dentes precariamente serrados, jaulas minúsculas, estresse etc.) e, além disso, eram frequentemente abandonados, já que a manutenção de grandes animais, como tigres e elefantes demanda muito dinheiro. Há ainda inúmeros casos em que acidentes, principalmente envolvendo animais selvagens, nos quais pessoas saem feridas ou até mesmo mortas, como o caso de uma garota chinesa, atacada por um tigre.
Por outro lado existem inúmeros circos brasileiros que possuem infra-estrutura e recursos para manterem seus animais, com auxilio de biologos e veterinários contratados para garantir o bem estar dos animais. A maioria deles com documentação do Ibama. Existem raros casos de acidentes envolvendo animais selvagens, nos quais pessoas saem feridas ou até mesmo mortas.
Atualmente é proibido o uso de animais em algumas cidades, mas na maioria dos municípios brasileiros ainda é permitida sua exibição, tendo em vista que não há uma legislação federal que regule a matéria. Empresários circenses, artistas, produtores culturais e alguns estudiosos lutam para que seja aprovada uma legislação federal que regulamente o uso de animais em circos.
Bibliografia
§ ALMEIDA, Luiz Guilherme. Ritual, Risco e Arte Circense. Brasília: UNB, 2008.
§ AVANZI, Roger e TAMAOKI, Verônica. Circo Nerino. São Paulo: Editora Codex e Pindorama Circus, 2004.
§ BOLOGNESI, Mário Fernando. Palhaços. São Paulo: Editora Unesp, 2003.
§ BORTOLETO, Marco A. C. (org.). Introdução a pedagogia das atividades circenses. Jundiaí: Editora Fontoura www.editorafontoura.com.br , 2008.
§ CASTRO, Alice Viveiros de. Elogio da Bobagem. Rio de Janeiro: Editora Família Bastos, 2005.
§ COSTA, Cristina. Censura e Comunicação: o circo-teatro na produção cultural paulista de 1930 a 1970. Terceira Margem Editora, 2007. Pesquisa apoiada pela Fapesp realizada no Arquivo Miroel Silveira.
§ QUERUBIM, Marlene. Marketing de Circo. Mogo das Cruzes: Oriom Editora, 2003.
§ SILVA, Erminia Silva. Circo-Teatro: Benjamim de Oliveira e Teatralidade Circense no Brasil. Editora Altana. ISBN 978-85-87770-45-5
§ TAMAOKI, Verônica. O ghost do Circo. São Paulo: Massao Ohno e Robson Breviglieri Editores, 1999.
Referências
1. ↑ "Conheça a dura vida dos leões de circo" - G1
2. ↑ "Morre menina de 6 anos mordida por um tigre em zôo chinês" - UOL
Semana do Palhaço comemorada com festa no Rio
Evento internacional apoiado pela Funarte traz a magia do circo para a cidade. O Rio de Janeiro foi o palco escolhido para que espetáculos e oficinas com artistas circenses, de diversos países, mostrem suas habilidades. Com o apoio da Funarte, o evento “Anjos do Picadeiro – Encontro Internacional de Palhaços” se realiza em diversos espaços públicos da cidade. Na programação: apresentações em teatros e na rua, seminário, oficinas, debates e uma caminhada de palhaços, a “Palhaceata”.
Na foto, Palhaço Topetão, no aniversário da Escola Nacional de Circo - 2005.
Na foto, Palhaço Topetão, no aniversário da Escola Nacional de Circo - 2005.
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